DICAS DE NOSSOS DENTISTAS



Mau Hálito ou Halitose


29/08/2017    Escrito por Dra. Caroline    

Mau hálito ou Halitose: conheça suas causas, tratamentos e consequências.

O mau hálito ou halitose não é uma doença e sim, um sinal ou sintoma de que algo no organismo está em desequilíbrio, que deve ser identificado e tratado.

O nome Halitose, termo médico para designar o mau hálito deriva do latim Halitus que significa ar expirado.

Onde é originado e quais as causas principais

DE ACORDO COM OS ESTUDOS MAIS RECENTES, AS ORIGENS DO MAU HÁLITO PODEM SER:

  • ORIGEM BUCAL (de 90 a 95 % dos casos)
  • ORIGEM EXTRA-BUCAL ( de 5 a 10 % dos casos)

Observação: Como causas de origem extra-bucal, consideramos as causas de origem nas vias aéreas superiores e as de origem metabólica ou sistêmica, vindas de dentro do organismo.

As causas da halitose conhecidas são mais de 60 e as causas bucais correspondem, como visto acima, a mais de 90% dos casos. Dentre as causas mais importantes e comuns originadas na cavidade bucal, temos a saburra lingual e as doenças da gengiva (gengivite e periodontite). 
Nas causas do mau hálito originado nas vias aéreas superiores, os principais responsáveis são os cáseos amigdalianos, e de origem sistêmica ou metabólica, temos o jejum prolongado, a ingestão de alimentos odoríferos (capazes de alterar o hálito), o diabetes não compensado, a hipoglicemia e as alterações hepáticas, renais e intestinais como causas principais, mas que como vimos acima, correspondem somente a uma porcentagem muito pequena dos casos.

O MAU HÁLITO NÃO VEM DO ESTÔMAGO, sendo que este é frequentemente responsabilizado pela alteração no odor do hálito, exceto em raros casos de Diverticulose esofágica (especialmente o divertículo de Zencker - que é uma causa originada na transição entre o esôfago e a faringe) ou ainda devido a arrotos ou refluxo gastro-esofágico, porém nestes casos a alteração do hálito é momentânea e passageira e seu odor não é o característico cheiro de enxofre presente na halitose crônica e sim um odor caracteristicamente ácido. Em mais de 4.000 tratamentos de halitose realizados, nunca encontrei um único caso com causas originadas no estômago.

A crença de o estômago provocar o mau hálito talvez seja o maior mito na área de saúde da atualidade, que graças aos esforços da Associação Brasileira da Halitose (ABHA - Pesquisa: o Mau hálito e o profissional da área de saúde) e de seus associados, vem sendo desmistificada.

A saburra lingual, as doenças da gengiva (gengivite e periodontite) e os cáseos amigdalianos estão presentes em quase 100 % dos casos de alterações do hálito de origem bucal, pois embora estes últimos sejam uma causa de halitose de origem nas vias aéreas superiores, a alteração no odor do hálito se manifesta através do ar expirado pela boca, pois as amígdalas se localizam à porta da cavidade bucal, na orofaringe.

As doenças da gengiva bem como várias outras causas de alteração do hálito de origem bucal (dentes semi-inclusos, excessos de tecido gengival, feridas cirúrgicas, cáries abertas e extensas, próteses mal adaptadas, abscessos, estomatites, miíase, cistos dentígeros e câncer bucal) podem ser facilmente identificadas e tratadas (ou encaminhadas para tratamento) por um Cirurgião Dentista experiente.

Vamos detalhar a seguir um pouco mais sobre o que são a saburra lingual e os cáseos amigdalianos, 02 das causas mais frequentes do mau hálito:

A saburra lingual, é uma placa bacteriana esbranquiçada ou amarelada localizada no dorso posterior (fundo) da língua, que se forma basicamente quando estamos frente a uma diminuição da produção de saliva ou de uma descamação epitelial (minúsculos pedacinhos de pele que se desprendem dos lábios e bochechas) acima dos limites normais (ou fisiológicos) ou ainda, em ambas as situações.

Os cáseos amigdalianos são como "massinhas" que se formam em pequenas cavidades existentes nas amígdalas (criptas amigdalianas). A composição do cáseos amigdalianos é similar à da saburra lingual, e são formados pelo mesmo mecanismo, ou seja, descamação epitelial e/ou redução do fluxo salivar. Ele pode ser expelido durante a fala, tosse ou espirros. Ele é uma massa viscosa e seu nome deriva do latim "caseum", que significa queijo, assemelhando-se assim a uma pequena "bolinha de queijo" com um odor extremamente desagradável.

Existem várias causas para o aumento da descamação de células, entre elas está o ressecamento provocado pela respiração bucal ou ronco, ingestão freqüente de bebidas alcoólicas ou ainda, do uso de enxaguatório com álcool, uso de aparelho ortodôntico e hábito de mordiscamento dos lábios e bochechas ou dedos, entre outras causas.

A diminuição da saliva ocorre principalmente pelo estresse excessivo e pelo uso de medicações que diminuem a produção de saliva como efeito colateral. Essa diminuição da quantidade de saliva favorece a formação da saburra lingual e dos cáseos amigdalianos.

Como ocorre a formação dos odores na saburra lingual e nos cáseos amigdalianos:

Os cáseos e saburra são formados por restos protéicos, alimentares e salivares, células que se descamam da mucosa bucal e bactérias. Estas bactérias se alimentam das proteínas presentes nestes restos protéicos e células descamadas, sendo estas últimas, microscópicos pedacinhos de "carne crua". Nesse processo de degradação destas células e dos restos protéicos ocorre a liberação de enxofre, em forma de compostos sulfurados voláteis - CSVs – principais gases responsáveis pelo mau hálito, que causam a alteração no odor do hálito.

Para se informar mais sobre estas importantes causas da halitose, acesse os sites com informações sobre a saburra lingual e sobre os caseos amigdalianos e conheça a relação que existe entre a formação, controle e tratamento de ambos.

Gengivite e Doença Periodontal


29/08/2017    Escrito por Dra. Caroline    

A doença periodontal é uma infecção que afeta os tecidos em torno dos dentes. É causada por bactérias que se organizam em forma de placa colada nos dentes. A placa bacteriana pode provocar destruição das fibras e do osso alveolar, que são responsáveis pela fixação dos dentes, e, se não tratada por um longo período, leva à perda dos dentes.

O primeiro estágio da doença periodontal é a gengivite, uma inflamação da gengiva marginal que está junto da coroa dos dentes (parte que vemos dos dentes). Na gengivite, o primeiro sinal a ser percebido é o sangramento da gengiva. Qualquer sangramento deve ser motivo de atenção, pois pode ser sinal de inflamação causada pelo acúmulo de placa bacteriana.
Quando a placa bacteriana chega à parte interna da gengiva, temos a doença periodontal. Geralmente, essa doença gera o mau hálito, mobilidade e alteração na posição dos dentes e retração na gengiva.

De acordo com o Ministério da Saúde, oito entre dez pessoas adultas tem gengivite. Tratando a gengivite, evitamos a doença periodontal e a perda dos dentes.

Câncer de Boca


29/08/2017    Escrito por Dra. Caroline    

O câncer de boca é uma denominação que inclui os cânceres de lábio e de cavidade oral (mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua oral e assoalho da boca). O câncer de lábio é mais freqüente em pessoas brancas, e registra maior ocorrência no lábio inferior em relação ao superior. O câncer em outras regiões da boca acomete principalmente tabagistas e os riscos aumentam quando o tabagista é também alcoólatra.

Fatores de Risco

Os fatores que podem levar ao câncer de boca são idade superior a 40 anos, vício de fumar cachimbos e cigarros, consumo de álcool, má higiene bucal e uso de próteses dentárias mal-ajustadas.

Sintomas

O principal sintoma deste tipo de câncer é o aparecimento de feridas na boca que não cicatrizam em uma semana. Outros sintomas são ulcerações superficiais, com menos de 2 cm de diâmetro, indolores (podendo sangrar ou não) e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal. Dificuldade para falar, mastigar e engolir, além de emagrecimento acentuado, dor e presença de linfadenomegalia cervical (caroço no pescoço) são sinais de câncer de boca em estágio avançado.

Prevenção e Diagnóstico Precoce

Pessoas com mais de 40 anos de idade, dentes fraturados, fumantes e portadores de próteses mal-ajustadas devem evitar o fumo e o álcool, promover a higiene bucal, ter os dentes tratados e fazer uma consulta odontológica de controle a cada ano. Outra recomendação é a manutenção de uma dieta saudável, rica em vegetais e frutas.
Para prevenir o câncer de lábio, deve-se evitar a exposição ao sol sem proteção (filtro solar e chapéu de aba longa). O combate ao tabagismo é igualmente importante na prevenção deste tipo de câncer.

Exame Clínico da Boca

O exame rotineiro da boca feito por um profissional de saúde pode diagnosticar lesões no início, antes de se transformarem em câncer. Pessoas com mais de 40 anos que fumam e bebem devem estar mais atentas e ter sua boca examinada por profissional de saúde (dentista ou médico) pelo menos uma vez ao ano.

Tratamento

A cirurgia e/ou a radioterapia são, isolada ou associadamente, os métodos terapêuticos aplicáveis ao câncer de boca. Para lesões iniciais, tanto a cirurgia quanto a radioterapia tem bons resultados e sua indicação vai depender da localização do tumor e das alterações funcionais provocadas pelo tratamento (cura em 80% dos casos).

As lesões iniciais são aquelas restritas ao seu local de origem e que não apresentam disseminação para gânglios linfáticos do pescoço ou para órgãos à distância. Mesmo lesões iniciais da cavidade oral, principalmente aquelas localizadas na língua e/ou assoalho de boca, podem apresentar disseminação subclínica para os gânglios linfáticos cervicais em 10% a 20% dos casos. Portanto, nestes casos, pode ser indicado o tratamento cirúrgico ou radioterápico eletivo do pescoço.

Nas demais lesões, se operáveis, a cirurgia está indicada, independentemente da radioterapia. Quando existe linfonodomegalia metastática (aumento dos 'gânglios'), é indicado o esvaziamento cervical do lado comprometido. Nestes casos, o prognóstico é afetado negativamente.

A cirurgia radical do câncer de boca evoluiu com a incorporação de técnicas de reconstrução imediata, que permitiu largas ressecções e uma melhor recuperação do paciente. As deformidades, porém, ainda são grandes e o prognóstico dos casos, intermediário. A quimioterapia associada à radioterapia é empregada nos casos mais avançados, quando a cirurgia não é possível. O prognóstico, nestes casos, é extremamente grave, tendo em vista a impossibilidade de se controlar totalmente as lesões extensas, a despeito dos tratamentos aplicados.

Cárie Dentária


29/08/2017    Escrito por Dra. Caroline    

As cáries dentárias são orifícios que são causados pela decomposição gerada pela ação das bactérias na boca. A parte exterior do dente está coberta por uma camada dura de esmalte, cuja função é proteger os dentes de qualquer agressão externa. Quando esta camada desaparece progressivamente, deixa de proteger a dentição e permite aos germes presentes na boca atacarem os dentes. O interior é macio e contém nervos e vasos sangüíneos. As cáries são produzidas quando a decomposição atravessa o esmalte e chega à cavidade interior do dente. Sente-se dor extrema quando a decomposição atinge o nervo. As cáries não são perigosas quando tratadas corretamente. Deixar um buraco no dente e o nervo exposto pode provocar uma infecção e até mesmo a perda do dente. Uma infecção não tratada invariavelmente chegará à raiz e ao osso, provocando um abscesso.

Cárie Dentária

A cárie dentária é causada pela ação de um ácido (que provem da decomposição da comida e bebida produzida pela ação das bactérias que habitam na boca), que provoca a erosão do esmalte e sua posterior corrosão. A principal bactéria responsável pela cárie é a Streptococcus mutans. Outros fatores que desencadeiam a cárie dentária são a deficiente higiene bucal, a freqüente ingestão de alimentos açucarados, etc.
Os principais sintomas da cárie são dor aguda, inflamação, aumento da sensibilidade perante as comidas ou bebidas frias ou quentes e mau hálito.
O tratamento é realizado pelo dentista e consiste em observar os dentes, tirar uma radiografia (para ter uma visão geral da situação do dente) e, finalmente, realizar a restauração do dente. Ou seja, o material decomposto deve ser retirado com a ajuda de uma broca especial e realizada a restauração do dente.
O melhor cuidado que se pode ter em relação aos dentes é a prevenção, para isto é necessário: usar pasta de dente; escovar os dentes e utilizar fio dental; visitar regularmente se o dentista para fazer a limpeza das arcadas dentárias (que deve ser realizada de seis em seis meses); ter uma dieta equilibrada; evitar doces e bebidas açucaradas entre as refeições; a saliva ajuda a prevenir as cáries, desde que a boca esteja limpa.

Bruxismo


29/08/2017    Escrito por Dra. Caroline    

Bruxismo é uma desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o sono. Essa pressão pode provocar desgaste e amolecimento dos dentes. Nos casos mais graves, podem ocorrer também problemas ósseos, na gengiva e na articulação da mandíbula (ATM).
Possivelmente, a disfunção está ligada a fatores genéticos, a situações de estresse, tensão, ansiedade, ou a problemas físicos de oclusão ou fechamento inadequado da boca, por exemplo.


Sintomas

Além do desgaste e amolecimento dos dentes, dor de cabeça é o sintoma mais comum do bruxismo. Isso acontece porque a compressão exagerada dos dentes pode levar à isquemia dos vasos que entram no ápice da raiz e depois à necrose dos vasos, dos nervos e da polpa dentária.
Outros sintomas do bruxismo são dor e zumbido no ouvido, dor no pescoço, na mandíbula e nos músculos da face por causa do esforço realizado pelos músculos da mastigação, estalos ao abrir e fechar a boca, alterações do sono. A intensidade e a frequencia das crises podem variar de uma noite para outra.
Diagnóstico
Na maioria das vezes, a pessoa só sabe que é portadora de bruxismo, se alguém lhe contar o que presenciou enquanto ela dormia, ou quando procura assistência médica ou odontológica, porque os sintomas já se instalaram.


Tratamento

Não se conhece, ainda, um tratamento eficaz para curar o bruxismo. Medicamentos ansiolíticos são úteis para o controle dos quadros de estresse e ansiedade que podem estar associados, mas não são a causa do distúrbio que, aliás, não está suficientemente esclarecida.
Os recursos mais indicados para o tratamento, porém, são as placas interoclusais rígidas de acrílico, moldadas segundo o formato da arcada dentária do paciente. Elas ajudam a restringir os movimentos dos músculos mastigatórios e a reduzir o atrito que provoca o desgaste e o abalo dos dentes.


Recomendações

  • Consulte o dentista com regularidade;
  • Evite apertar os dentes, quando estiver empenhado em uma tarefa ou situação mais complicada;
  • Procure não mascar chicletes ou mordiscar sistematicamente objetos duros, como pontas de lápis e canetas, por exemplo;
  • Faça exercícios. A prática regular de atividade física ajuda a controlar o estresse e as crises de ansiedade que podem favorecer o apertar dos dentes;
  • Não se esqueça de colocar a placa interoclusal antes de dormir. Se o problema se manifestar também de dia, use-a sempre que possível.

Amamentação e o Desenvolvimento do Bebê


29/08/2017    Escrito por Dra. Caroline    

COMO TUDO COMEÇA

Todo ser humano nasce com a capacidade de respirar pelo nariz. Além disso, também necessita se alimentar.

No bebê, o ato de se alimentar acontece através da sucção que é o primeiro estímulo responsável pelo crescimento facial. A mandíbula se desenvolverá devido ao estímulo que a sucção oferece. Quando o bebê suga, ele exercita toda sua musculatura orofacial. É esta mesma musculatura que, mais tarde, ele utilizará para articular as palavras.

Com o passar dos meses, o bebê começará a se alimentar de sólidos. Então, inicia-se o processo de mastigação que é um ato aprendido após o nascimento dos dentes "de leite" . A mastigação uma função muito importante e deve ser estimulada com o consumo de alimentos duros, secos e fibrosos. Por volta dos quatro anos de idade, a criança terá sua mastigação amadurecida.

Sendo assim, o desenvolvimento da musculatura facial ocorre em etapas, iniciando-se com a amamentação que é o primeiro estímulo. No caso da amamentação através da mamadeira, não há tanta força de sucção como no seio materno. Além disso, não ocorrerá o vedamento labial, o que estimula a respiração oral. Quanto à respiração, deve ser nasal, pois a oral causará alterações em todo o organismo. Algumas das conseqüências da respiração oral são: maxila estreita e palato ogival; mordida cruzada posterior; mau hálito; sono agitado; postura corporal incorreta.

Por esses motivos, desde o nascimento, o bebê deve ter sua musculatura orofacial estimulada de modo correto, já que é esta musculatura que realiza funções tão fundamentais como a respiração, mastigação, deglutição e fala. Se estas funções se desenvolverem de maneira adequada, as crianças também terão um crescimento facial adequado.

Então, devemos nos conscientizar que é extremamente importante a prevenção para que não haja desequilíbrios em todo o organismo.

Higiene bucal


29/08/2017    Escrito por Dra. Caroline    

Alimentação
O açúcar é o principal inimigo dos dentes, pois as bactérias cariogênicas decompõem o açúcar e os restos alimentares acumulados, produzindo ácidos que descalcificam o esmalte do dente, ocasionando a cárie. Por isso, devemos diminuir ao máximo o consumo de açúcar e ter uma boa higiene bucal.

  • Procure substituir alimentos açucarados por alimentos com pouco ou nenhum açúcar. Por exemplo: prefira refrigerantes e balas dietéticos. Os açúcares ou adoçantes contidos nestes produtos não são cariogênicos.
  • Sempre que possível, substitua sobremesas açucaradas por frutas. É muito mais saudável.
  • Caso não seja possível eliminar o açúcar, não o consuma entre as refeições. E sempre após consumi-lo, faça uma boa higiene bucal, escovando bem os dentes.
  • Existem alimentos que ajudam a promover a saúde bucal, são eles: cereais integrais, leite, ovos, legumes, verduras (principalmente cruas), queijo, peixe, aves, e principalmente frutas.

Higiene Bucal
A higiene bucal consiste de: escovação, uso do fio dental e uso de enxaguatórios bucais, caso recomendados pelo seu dentista.
É recomendado que seja feita a higiene bucal no mínimo três vezes ao dia, após as refeições e principalmente antes de dormir.

Técnica de escovação
1. POSICIONE A ESCOVA DENTAL NUM ÂNGULO DE 45 GRAUS COM A GENGIVA.
2. DESLIZE A ESCOVA NO SENTIDO DA GENGIVA PARA A ÁREA DE MASTIGAÇÃO.
3. FAÇA MOVIMENTOS DE VAIVÉM NA ÁREA DE MASTIGAÇÃO

Dicas:
- Todas as faces dos dentes têm que ser escovadas
- É importante massagear a gengiva durante a escovação
- Recomenda-se o uso de cerdas macias
- Troque sua escova a cada três meses

Creme dental
Dê preferencia para creme dental com flúor ativo.
Não é necessária uma grande quantidade de creme dental para uma boa higiene bucal

Fio Dental
Técnica de Utilização:
1. RETIRE APROXIMADAMENTE 40 CM DE FIO DENTAL.
2. INTRODUZA O FIO DENTAL NO ESPAÇO ENTRE OS DENTES, DESLIZE SUAVEMENTE O FIO SOBRE A SUPERFÍCIE DE CADA DENTE E MOVIMENTE-O VERTICALMENTE PARA REMOVER A PLACA BACTERIANA.
3. FAÇA O MESMO MOVIMENTO ANTERIOR, DESLIZANDO SUAVEMENTE O FIO SOBRE A SUPERFÍCIE DO DENTE AO LADO.
4. OS PORTADORES DE PRÓTESES FIXAS DEVEM USAR O FIO DENTAL COM O AUXÍLIO DO PASSA FIO. PEÇA ORIENTAÇÃO AO SEU DENTISTA.


Enxaguatório Bucal
Os enxaguatórios bucais devem ser usados com moderação e sob recomendação do seu dentista, pois são indicados para situações específicas e temporárias. Os enxaguatórios bucais são divididos em dois grupos:

Fluoretados: Apresentam em sua composição um alto índice de flúor. São usados para prevenir a cárie e diminuir a sensibilidade dentária.

Anti-Microbianos: Apresentam em sua composição substâncias que inibem a instalação e a proliferação de bactérias. São muito usados para assepsia no pré e pós-operatório.

Seu uso deve ser recomendado pelo dentista para evitar efeitos colaterais, tais como: alteração do paladar, escurecimento dos dentes e maior calcificação da placa bacteriana, que causa índice elevado de tártaro.

Fonte: CD Livro Eletrônico – Ed. Didática Paulista
Coordenado: Sandro da Silva Pinto

FACETAS DE PORCELANA OU LENTES DE CONTATO


20/07/2017    Escrito por Dr Felipe Severo    

Diz-se que os dentes, junto com o rosto, são o “cartão de visitas” de uma pessoa. Os dois são realmente importantes. E ganham cada vez mais importância no mundo atual, quando os homens e as mulheres aumentam os cuidados com a beleza corporal, incluindo os dentes. Estes, aliás, ao longo da vida, em decorrência de cáries, restaurações, desgastes naturais e traumas, vão escurecendo e mudando de tamanho e forma. Grande parte das pessoas vê como naturais tais alterações e leva a vida adiante. Uma outra parte, contudo, se incomoda muito, se sente diminuída e até apresenta problemas de autoestima. Mas hoje já podem superá-los com tratamentos cosméticos como o clareamento e/ou as facetas.

A faceta foi criada e aperfeiçoada ao longo das última décadas. Trata-se de uma lâmina de 1 a 1,2 milímetros que, colada com "cimento" resinoso na parte da frente dos dentes, permite corrigir sua coloração, sua forma, posição, tamanho e até padronizar o espaço entre eles. As facetas destinam-se a adultos, não a crianças e adolescentes, cujos dentes ainda estão em desenvolvimento.

Há facetas de resina e de porcelana. Cada uma tem indicações específicas de uso. As de porcelana tem a vantagem de apresentar brilho e polimento muito semelhantes aos dentes naturais e resistência ao manchamento por bebidas, alimentos e cigarro, além de se desgastarem menos do que as de resina. Adultos que tem dentes escurecidos e sofrem com isso devem consultar um especialista em prótese dentária. O diagnóstico consiste em examinar e radiografar os dentes do paciente para saber se estão aptos ao tratamento. A colocação de facetas, vale destacar, é a última etapa de um tratamento dental. Não se faz isso com dentes que apresentam problemas e/ou doenças.

As facetas são indicadas para os dentes anteriores. Não se deve colocá-las nos posteriores, que são os mais sobrecarregados pela mastigação e elas se quebrariam. No caso deles, pode-se chegar à coloração das facetas por meio de clareamento ou pela colocação de coroas de porcelana.

De modo simplificado, as facetas são feitas assim: o dentista tira um molde dos dentes do paciente e manda à um laboratório protético. Este projeta o que o especialista solicitou e lhe envia um modelo com provisórios de resina ou de outro material para um teste no paciente e mostra como irá ficar a estética. O dentista faz o preparo dos dentes com desgaste de 0,5 a 1 milímetro e cola as facetas provisórias. O modelo de dentes é enviado ao laboratório, que confecciona as facetas de porcelana e devolve ao dentista, em cerca de uma semana, para que as instale com o cimento. Se o paciente cuida bem da higiene bucal, as facetas não aumentam o risco de cáries, nem de infecções e outros problemas.

Um novidade nessa área são as " lentes de contato", mais finas e que não requerem desgastes dos dentes para a colocação. Mas as indicações delas são mais limitadas.

CLAREAMENTO CASEIRO X CLAREAMENTO A LASER


20/07/2017    Escrito por Dr Felipe Severo    

Existem diversos tipos de clareamento dental no mercado. Antes de apostar em qualquer um, esclareça as dúvidas e garanta dentes brancos por muito mais tempo.

Há, basicamente, duas formas possíveis de clarear os dentes: o clareamento por meio de luzes (Halógena, LED ou Laser) e o clareamento dental caseiro. Os resultados de ambos os métodos são semelhantes, o que varia é a duração dos procedimentos. O tratamento com luz é bem mais rápido por utilizar um gel clareador bem mais concentrado que o gel utilizado no clareamento caseiro. Enquanto os ativados por luz proporcionam resultado imediato, o tratamento caseiro leva em média três semanas.

No consultório, um gel clareador é aplicado nos dentes, sem que haja contato com os lábios e gengivas. Depois, um feixe de luz é aplicado para ativar o produto e acelerar o processo de branqueamento. Em casa, um gel mais fraco é colocado em uma moldeira de silicone e o paciente utiliza durante 3 horas, ou pode utilizar para dormir.

O resultado dos tratamentos tem duração média de dois anos, desde que o paciente tome os devidos cuidados: diminuir a ingestão de alimentos pigmentados, como refrigerantes, café, açaí, molhos de tomate e chocolates. Além, é claro, de visitar o dentista a cada seis meses e escovar os dentes depois de cada refeição.

As grandes vantagens do tratamento estético são: aumento da autoestima e conquista de autoconfiança. Por outro lado, o paciente deve estar ciente que ambos os métodos podem promover sensibilidade dentária temporária, principalmente nos tratamentos ativados por luz. Como prevenção, a dica é usar creme dental para sensibilidade antes do procedimento. Além disso, pessoas com restaurações nos dentes da frente deverão, provavelmente, trocá-las após o procedimento.

O clareamento dental é indicado para pessoas acima de 16 anos e não garante resultados iguais para todos os pacientes. Não é recomendado para tratar manchas acinzentadas ou de cor marrom forte, que podem ter sido ocasionadas pelo uso do antibiótico tetraciclina na infância, ou por tratamentos de canal. Nesses casos, facetas ou coroas de porcelanas estão mais indicadas.

Marque uma avaliação com um de nossos dentistas clínicos para ver qual é a melhor opção para o seu caso.

ODONTOLOGIA MODERNA X ODONTOLOGIA TRADICIONAL


20/07/2017    Escrito por Dra Caroline Severo    

A Odontologia Tradicional sempre preocupou-se com o tratamento da doença bucal já estabelecida - procura-se um dentista quando algo incomoda: dor, prótese que se soltou, dente quebrado, etc. É por isso que a imagem da visita ao dentista - via de regra- está associada ao incômodo e ao sofrimento.
Atualmente, na Odontologia Moderna, o foco principal está na prevenção, evitando-se os estágios avançados das enfermidades bucais, a dor e os altos custos de tratamento. O objetivo principal é a manutenção da Saúde Bucal.
Que tipo de Odontologia você quer para você e sua família - a tradiocional ou a moderna???

Faça revisões periódicas, para evitar problemas maiores. Uma visita a cada 6 meses no dentista é suficiente para se manter sempre saudável